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Uma pessoa comum, habitante de um grande centro urbano, ficou sete dias sem jogar seu lixo fora. Todos os resíduos foram guardados um uma roupa especial de plástico transparente.

Os restos, antes esquecidos com um gesto automático nas lixeiras, se transformaram em parte do seu corpo. A cada passo, o lixo revelava seus hábitos, suas escolhas materiais, ou seja, seu lugar na sociedade.

Durante a experiência, ele desenvolveu uma nova relação com os descartáveis, estabelecendo uma comunicação visual e poética impactante com os outros habitantes da cidade.

Com o diário “refluxo” de seu consumo intermitente, já não era possível esquecer o volume, a forma, o cheiro e, principalmente, o peso de seu próprio lixo acumulado por sete dias. Passado o tempo, o homem se converte naquilo que consome.


“Tudo o que acontecer a Terra, acontecerá aos filhos da Terra” (chefe Seattle)


  • HOMEM REFLUXO
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